terça-feira, 29 de abril de 2014
Seminário LAARES - UFRJ - O MUSEU COMO CONFLUÊNCIA - Regina Abreu
Será realizado no dia 08 de maio (quinta-feira) o seminário O museu como confluência, com a professora Associada do programa de Pós- Graduação da UNIRIO Regina Abreu.
A palestra ocorrerá às 9:30h na sala 420 do PPGSA/IFCS/UFRJ - Largo do São Francisco nº 1 - Centro do Rio de Janeiro - RJ.
Site do LAARES http://www.laares-ufrj.com
Por Carlos Eduardo Rocha
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Urbanismo Tático
A cidade de San Diego, nos Estados Unidos está elaborando um projeto que visa a ocupação dos espaços urbanos através do método Urbanismo tático. O Urbanismo tático tem o objetivo de criar projetos urbanos de baixo custo, rápidos de construir e temporários, com o intuito de atrair pessoas e gerar um tráfego de pedestres no centro das cidades.
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| Cidade de San Diego, Estados Unidos |
Em San Diego o terreno cedido foi o de um estacionamento de propriedade da empresa imobiliária HP. A comunidade foi consultada para saber o que ela gostaria de ver no local. Os moradores escreviam suas propostas em um painel que estava exposto em um dos muros do terreno.
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| Painel onde as pessoas escreviam suas propostas |
A grande maioria achou que a melhor opção seria a criação de um parque em meio aos edifícios que estão no entorno do estacionamento.
Estima-se que o parque seja inaugurado em junho de 2014 e que contemple: árvores, bancos, instalações artísticas que se renovem periodicamente.
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| Imagem de referência de um parque em meio ao espaço urbano |
O financiamento do projeto será a cargo de Sumeet Parekh, diretor da HP, por considerar que “pequenas coisas como esta podem ter um efeito realmente transformador no bairro e queremos investir de outra forma nos bairros que nós trabalhamos”.
Por Carla Bernardes
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Novas questões para as cidades do século XXI
O site Copenhagenize levantou uma importante questão da visão que temos da cidade moderna. O autor da matéria Mikael Colville-Andersen, que é diretor de curtas, fotografo e especialista em mobilidade urbana abrange pontos que são pertinentes para a cidade contemporânea. No século XX quando se construía uma via a pergunta era, "quantos carros podemos colocar nesta rua?". O autor nos propõe mudar a ideia e pensar "quantas pessoas podemos passar por essa via?".
Parece uma questão básica de mobilidade e tende a soar por vezes caótica quando pensamos em ruas atoladas de pessoas e comportando um tráfego imenso, porém se termos em mente que a utilização de automóveis é a forma menos eficiente de locomoção urbana em massa, esta conclusão passa a ser clara e pertinente.
O gráfico à seguir explicita de forma simples esta ideia, sendo a ilustração superior se referindo ao século XXI e a inferior ao século XX.
Estes exemplos nos fazem pensar no rumo que nossas cidades tomam a cada nova investida em mobilidade por parte do poder público. Até quando as ações serão remediativas para solucionar a questão do tráfego de automóveis e volume dos mesmos? Existem muitos exemplos ao longo do mundo de cidade que adotaram outras formas de transporte e sua população acatou estes novos meios, pois menos carros nas ruas permite um melhor transporte público, mais espaços para bicicletas (dentre outros), pedestres e áreas públicas. A cultura e o estímulo ao automóvel como a única forma decente de se locomover é algo perigoso para as cidades e as pessoas que vivem nela, pois assim são minadas as possibilidades para as outras centenas de formas de interação urbana e locomoção espacial.
Recomendo o site Copenhagenize pois trás discussões importantes e diretas sobre o papel da bicicleta no urbanismo das cidades modernas, propondo uma nova forma de urbanização consciente.
Por Carlos Eduardo Rocha
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Lançamento do livro " Áreas verdes em Juiz de Fora"
Dia 24 de Abril (quinta-feira) às 17 horas haverá o lançamento do livro "Áreas verdes em Juiz de Fora" uma publicação da Lei Murilo Mendes Funalfa, no Galpão do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFJF.
Por Carla Bernardes
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Palestra Arquiteto Carlos Arribas - UFJF
| Professor Antônio Agenor Barbosa ( à esquerda) e Arquiteto Carlos Arribas (à direita) - Palestra UFJF |
O Arquiteto espanhol Carlos Arribas, a convite do professor de Arquitetura e Urbanismo Antônio Agenor Barbosa, realizou uma palestra no dia 9 de Abril de 2014 para os estudantes de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Juiz de Fora. O tema apresentado foi "Housing Lifestyle" - Uma Habitação para cada estilo de vida.
O Arquiteto, nasceu em Barcelona onde estudou Arquitetura na Universidade Politécnica da Catalunha(ETSAV) e um Máster Busines Administration. Sua área está voltada para o setor imobiliário, elaborando projetos de arquitetura e engenharia, incorporações e construções. Além disso, atua na aquisição de imóveis, definição do produto, acompanhamento de obras, makerting e vendas. Atualmente está trabalhando no Brasil como um dos responsáveis pelos empreendimentos residenciais do Programa Minha Casa Minha Vida. Já trabalhou na Espanha, nos EUA, no Reino Unido, Malta e Cuba.
Arribas iniciou apresentando a sua forma de trabalho, em que coloca as necessidades do cliente acima de tudo e tenta atendê-las da melhor forma possível. Segundo ele, os desenhos dos espaços residenciais devem focar nos desejos e necessidades dos futuros moradores. Para isso, o Arquiteto desenvolveu uma forma de analisar cada tipo de família e consequentemente a residência ideal para atender cada uma.
Através de vários estudos, ele chegou a conclusão de que a população apresenta oito estilos de vida diferentes denominados de VALS (Values and Lifestyle), que são separados da seguinte forma:
| Arquiteto Carlos Arribas Palestra UFJF |
1º- INOVADORES: Estes possuem alto poder aquisitivo, são pessoas independentes, bem-sucedidas e que buscam por uma residência em um terreno grande, com vista panorâmica e muito conforto.
2º- IDEALISTAS: São pessoas maduras, responsáveis, profissionais bem-sucedidos, intelectuais, organizados, autoconfiantes e que buscam por residências em áreas históricas e que sejam multifuncionais.
3º- CRENTES: São consumidores, conservadores, previsíveis, literais, práticos. Buscam por uma residência na área central e que atenda às suas necessidades.
4º- REALIZADORES: São pessoas orientadas pelo sucesso, por vaidade, por marcas, por uma carreira de êxito. Buscam por um residência que mostre seu poder aquisitivo e status.
5º - EMPENHADOS: Apresentam poucos recursos econômicos, são entusiastas, se preocupam com questões sociais, são modernos e buscam por áreas consolidadas da cidade, optam por um layout convencional com alguns toques das tendências do mercado.
6º- EXPERIMENTADORES: São pessoas orientadas pela auto-expressão, na faixa dos vinte e cinco anos. São adeptos aos exercícios físicos e às atividades sociais. São consumidores ávidos, pessoas impulsivas e espontâneas. Buscam por uma residência contemporânea na área central.
7º- FAZEDORES: São pessoas práticas, valorizam a auto-suficiência. Buscam por uma residência que as atendam sem precisar demonstrar status.
8º- SOBREVIVENTES: Apresentam poucos recursos econômicos. São pessoas precavidas, conservadoras. Moram em áreas suburbanas.
Após apresentar esta classificação de estilos de vida, Carlos Arribas mostrou alguns de seus projetos, a maioria de interesse social, como por exemplo: Participação em concursos, Residenciais em Barcelona(Espanha) e em Natal (Brasil).
| Arquiteto Carlos Arribas Palestra UFJF |
Uma curiosidade abordada por Arribas, é que na Europa a Sala de Estar fica localizada nos fundos da residência, ao contrário do Brasil, onde este ambiente fica na parte frontal da casa.
A palestra foi muito interessante, principalmente por nos fazer entender que em um projeto residencial a vontade do arquiteto fica em segundo plano, pois as necessidades do cliente é que irão mandar no Projeto.
Por Carla Bernardes
sábado, 12 de abril de 2014
Onde Vivem os Arquitetos
A Revista Metrópolis Magazine publicou um arquivo intitulado "Dentro das residências e dos espaços de trabalho de 8 Grandes Arquitetos" mostrando por dentro as residências em que habitam alguns dos arquitetos mais conhecidos do mundo. Este artigo foi documentado e se transformou em uma exposição que será apresentada na Semana de Design de Milão 2014, no Salone del Mobile. A intenção desta mostra é desmistificar o clichê de que arquitetos possuem espaços desordenados, vindo do pensamento "do caos vem a criação. Os profissionais visitados e documentados são Shigeru Ban, Mario Bellini, David Chipperfield, Massimiliano e Doriana Fuksas, Zaha Hadid, Marcio Kogan,Daniel Libeskind e Bijoy Jain do Studio Mumbai.
A 53° edição da Salone Internazionale del Mobile foi inaugurada no dia 8 de abril. Onde Vivem os Arquitetos está exposta no Pavilhão 9, no parque de atrações Rho de Milão.
As imagens seguintes são parte dos materiais da exposição, produzida com a ajuda com cenógrafo Davide Pizzigoni, que documentou os entornos físicos em imagens, vídeo e áudio. Eles serão utilizados para recriar os "cômodos" dos arquitetos na Salone del Mobile neste mês de abril.
Shigeru Ban
Mario Bellini
David Chipperfield
Massimiliano e Doriana Fuksas
Zaha Hadid
Marcio Kogan
Daniel Libeskind
Bijoy Jain do Studio Mumbai
Por Carlos Eduardo Rocha
Fonte: ArchDaily
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Prêmio de melhor construção de 2013 foi para o Museu de Arte do Rio (MAR)
O prêmio Architizier A + Awards de melhor construção de 2013 na categoria museu foi dado ao Museu de Arte do Rio (MAR). O Architizer A + Awards é o maior prêmio internacional de Arquitetura. O projeto é do escritório Bernardes + Jacobsen e é constituído por dois prédios de perfis heterogêneos e interligados entre si: o Palacete Dom João VI, edifício tombado e de características ecléticas e ao lado, um edifício modernista, antigo hospital da polícia civil.
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| Museu de Arte do Rio (MAR) Edifício Dom João VI (à direita) antigo hospital (à esquerda) |
O Museu concorreu com: Heydar Aliyev Center (Azerbaijão), o The New Rijksmuseum (Holanda), o Zhujiajiao Museum of Humanities & Arts (China) e com o vencedor pelo voto do júri técnico, The Danish Maritime Museum (Alemanha).
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| Heydar Aliyev Center (Azerbaijão) |
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| The New Rijksmuseum (Holanda) |
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| Zhujiajiao Museum of Humanities & Arts (China) |
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| The Danish Maritime Museum (Alemanha) |
O prêmio Architizer A + Awards é dividido em duas fases: a primeira apresenta um júri de 200 profissionais que escolhem os cinco finalistas, na segunda fase, o vencedor é escolhido por voto popular.
Características Arquitetônicas
O Palacete Dom João VI foi inaugurado em 1926 e tombado no ano de 2000 pelo Conselho Municipal de Proteção ao Patrimônio Cultural. O edifício eclético foi transformado em um grande pavilhão de exposições, com 5,2 mil metros quadrados de área construída.
O edifício ao lado, de características modernas, era um Hospital da polícia civil e agora é a "Escola do Olhar" - um ambiente dedicado à provocação de experiências coletivas e pessoais. Ele possui sete pavimentos e tem 7,2 metros quadrados de área construída.
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| Edifício Dom João VI - Eclético |
O edifício ao lado, de características modernas, era um Hospital da polícia civil e agora é a "Escola do Olhar" - um ambiente dedicado à provocação de experiências coletivas e pessoais. Ele possui sete pavimentos e tem 7,2 metros quadrados de área construída.
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| Edifício "Escola do Olhar" - Moderno |
A união dos edifícios é feita por uma passarela, que conecta o quinto andar da Escola ao terceiro do pavilhão de exposições no edifício Dom João VI, e a cobertura fluida em forma de onda, sustentada por 37 pilares dispostos sobre os dois prédios.
sábado, 5 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
Resenha do texto "Desenvolvimento local e projetos urbanos" - Nadia Somekh e Cândido Malta
O texto a seguir é uma resenha de um texto retirado do site "Vitruvius": "Desenvolvimento local e projetos urbanos" - Nadia Somekh e Cândido Malta
Os autores iniciam o texto apresentando o tema que será
trabalhado: “alcances e limites da
implementação de projetos urbanos em áreas industriais”,assim como a
definição de “Projetos Urbanos”.
Segundo o texto: “Entende-se por projetos urbanos as
iniciativas de renovação urbana concentradas em determinados setores da cidade,
combinando agentes públicos e privados, cujos investimentos e intervenções seguem
um plano urbanístico, podendo se apoiar no redesenho do espaço urbano e
arquitetônico, em normas legais específicas e em novas articulações
institucionais e formas de gestão.”
Somekh e Malta apontam que as soluções para os problemas
urbanos dependem do envolvimento de poderes locais, da sociedade civil e de
diversas esferas governamentais. Muitos projetos, em âmbito urbano, podem ter
efeitos excludentes, colocando em questão a capacidade e as limitações do poder
local no quadro da globalização.
Um dos
princípios do desenvolvimento local é o de beneficiar as populações locais,
através da geração de empregos e outras formas de renda, mas também atender as
suas necessidades habitacionais, de equipamentos e infra-estrutura.
A crise
urbana que surgiu devido a um processo global de reestruturação econômica, ocasionou
o aparecimento de grandes áreas ociosas ou subutilizadas. As atividades
manufatureiras dessas áreas cessaram ou transformaram os seus
métodos e cadeias produtivas. As consequências foram: desemprego, perda do
dinamismo econômico, desgaste das populações que estavam organizadas em torno da
fábrica.
O texto diz o
seguinte sobre essa situação: “Nesse movimento a tradicional área fabril,
com suas grandes instalações fixas, torna-se obsoleta, levando ao esvaziamento
do cerne econômico de cidades inteiras.”
Diante do quadro que se formou, as administrações locais
tiveram que tomar decisões importantes. Algumas tenderam para a tradição
esquerdista, tentaram enfrentar a situação através de políticas sindicais
compensatórias ou programas que incorporassem a ação sindical, o objetivo era:
uma nova forma de luta para reinserção dos trabalhadores e a constituição de um
novo agente do desenvolvimento urbano.
Por outro lado, algumas administrações assumiram o papel
de empreendedores, com o intuito de dinamizar a economia urbana através da
busca da atratividade e competitividade. Com isso foram desenvolvidas técnicas
para auxiliar a reinserção de empresas no mercado , diante de uma nova
ordem econômica.
A partir da década de 1980 o “Planejamento Estratégico” passou
a ser de grande importância nas políticas urbanas adotadas por municipalidades europeias.
Segundo o texto o Planejamento Estratégico “nada
mais é que o sinônimo de uma postura competitiva e empresarial preocupada com a
atração de investimentos, eventos e turismo, com a imagem urbana e a reinserção
otimizada de cada cidade no panorama europeu e mundial.”
O texto cita alguns exemplos de cidades que passaram por
essas transformações como: Boston, Baltimore, Gênova, Barcelona, Dunquerque e
Rotterdam. E também metrópoles globais como: Londres, Nova York e Buenos Aires.
O intuito era que os projetos implementados nestas cidades, combinassem:
atividades para investidores, atividades ligadas ao setor terciário –
escritórios, lazer, turismo, gastronomia, esporte, alta tecnologia, dentre
outros.
Esses projetos urbanos garantiriam uma redefinição da
hierarquia urbana em favor da região antes degradada. Assim como, a imagem de
pós-modernidade com a atuação de um arquiteto conhecido, colocariam o projeto em
destaque na mídia.
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| Word Financial Center, Nova York (EUA), Arquiteto Cesar Pelli |
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| KNSM Eiland - Hbitação de Interesse Social, Roterdã(Holanda), Arquiteto Jo Coenen |
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| Teatro em Potsdamer Platz, Berlim (Alemanha),Arquiteto Renzo Piano |
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| Puerto Madero, Buenos Aires(Argentina) |
A repercussão do Beaubourg de Renzo Piano e Richard Rogers, destacou a importância da ousadia
arquitetônica e do desenho para definir a atratividade das cidades. Além disso,
a participação de nomes importantes da Arquitetura, como mencionado anteriormente, passou a ser um requisito
importantíssimo para o sucesso dos projetos estratégicos.
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| Beaubourg, Paris (França), Arquitetos Renzo Piano e Richard Rogers |
Outro exemplo importante foi na cidade de Bilbao, esta passou por uma transformação nas margens do Rio Ebro e adquiriu projeção
internacional no momento em que se construiu ali o Guggenheim do Arquiteto
Frank Ghery.
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| Guggenheim, Bilbao (Espanha), Arquiteto Frank Ghery |
Um projeto
urbano, para ser bem sucedido, não depende apenas do envolvimento entre o poder
público e o setor privado, mas também da participação de atores e forças
sociais.
O texto diz o seguinte sobre isso: “...o
poder de ordenar o espaço deriva de um complexo conjunto de forças, mobilizadas
por diversos agentes, o governo local deve coordenar uma ampla gama de forças
sociais, exercitando a governança urbana.”
Para ter acesso ao texto na íntegra acesse: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/05.059/470
Por Carla Bernardes
sábado, 29 de março de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
Projetos destacados no concurso do museu da imagem e do som do Rio de Janeiro
O Brasil, que atualmente se desponta no cenário internacional, está passando por um processo de transformação econômica e política, natural dos países que estão no crescimento entre os sub desenvolvidos. Destas transformações, espaços físicos urbanos são uma parcela que tende a mudar, e consequentemente a importância da arquitetura no meio. Entre a iniciativas atuais, a destacada aqui é o concurso que aconteceu em 2009 no Rio de Janeiro para a construção do novo Museu da Imagem e do Som na Av. Atlântica. A seguir estão as imagens das propostas destacadas deste concurso que contou com a participação de grandes nomes internacionais como Daniel Libeskind, Shigeru Ban (vencedor do Prêmio Pritzker 2014) e Isay Weinfield. O projeto vencedor foi da equipe Diller Scofidio + Renfro, estúdio de Nova York, que atendeu melhor as diretrizes sugeridas de Museu Público e manter o patrimônio visual brasileiro regional.
Isay Weinfield
Shigeru Ban
Tacoa Arquitetos
Fonte: http://44arquitetura.com.br/index.php/projetos-que-concorreram-no-concurso-do-museu-da-imagem-e-som-do-rio-de-janeiro/
Por Carlos Eduardo Rocha
quarta-feira, 26 de março de 2014
O Arquiteto Shigeru Ban é o vencedor do prêmio Pritzker 2014
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| Arquiteto Shigeru Ban |
O Arquiteto Shigeru Ban é o vencedor do Prêmio Pritzker 2014. É o sétimo japonês que ganha o prêmio. Os primeiros foram Kenzo Tange (1987), Fumihiko Maki (1993), Tadao Ando (1995) e a equipe do Sanaa (Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa, 2010). Em 2013, o vencedor do prêmio foi o também japonês Toyo Ito.
O Arquiteto nasceu em Tóquio, Japão. Estudou na Universidade de Tóquio das Artes e depois no Instituto de Arquitetura do Sul da Califórnia,EUA. Mais tarde foi para a Faculdade de Arquitetura Cooper Union e se formou em 1984.
Shigeru Ban tem mais de 20 anos dedicados à arquitetura, sobretudo a projetos de edifícios de construção rápida, especialmente planejados para áreas em situação pós-desastres, como terremotos e guerras. O papel e o papelão são muito utilizados. Sua atração por estes materiais é devido ao seu baixo custo, à sua capacidade de reciclagem e à baixa tecnologia.
A cerimônia de entrega será realizada no mês de maio, em Boston, Estados Unidos. Shigeru Ban - que atualmente tem 56 anos - receberá um medalhão de bronze e um prêmio de 100 mil dólares.
Abaixo alguns projetos do Arquiteto:
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| Centro Pompidou-Metz /França 2010 |
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| Abrigos emergenciais de papel para o Haiti 2010 |
| Igreja de papel, Kobe, Japão 1995 |
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| Haesley Nine Bridges Golf Club House, Coreia do Sul 2010 |
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| Curtain Wall House Tóquio/Japão 1995 |
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| Tamedia Building, Zurique/Suíça 2013 |
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| Cadetral de cartolina Christchurch /Nova Zelândia 2013 |
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| Paper Long House, Bhuj/Índia 2001 |
Por Carla Bernardes
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