quinta-feira, 17 de julho de 2014

Abrigos de emergência feitos de papel por Shigeru Ban


Com mais uma publicação de uma palestra do site TED, este vídeo mostra o renomado arquiteto japonês Shigeru Ban demonstrando como realizar uma construção, neste caso os abrigos temporários de emergência, com tubos de cartolina. Este material levou seu nome ao cenário internacional depois de diversas obras bem sucedidas, além de outras construções importantes. Vencedor do Pritzker 2014, Shigeru faz uma passagem por seus projetos sociais ajudando áreas de grandes calamidades ao redor do mundo, mostrando que soluções simples e baratas podem ajudar a melhorar a vida das pessoas que passam por dificuldades.

Basta clicar na imagem para acessar o vídeo.



Por Carlos Eduardo Rocha

segunda-feira, 14 de julho de 2014

O "novo" Estádio Maracanã


Ontem dia 13 de Julho de 2014 terminou a Copa do Mundo no Brasil, tendo como vencedor o time da Alemanha, que venceu a Argentina por 1x0 na prorrogação. E o palco deste jogo inesquecível foi o estádio do Maracanã no Rio de Janeiro, um grande símbolo da Cidade Maravilhosa.

O estádio é de 1950, ano em que aconteceu a Copa do Mundo no Brasil. Seu nome oficial é Mário Rodrigues Filho em homenagem ao falecido jornalista pernambucano, irmão de Nelson Rodrigues, que se destacou no apoio à construção do Estádio.

Já o nome Maracanã é oriundo do Rio Maracanã que passa pelas seguintes regiões do Rio de Janeiro: Tijuca, São Cristóvão, desaguando no Canal do Mangue.

Estádio do Maracanã antes da Reforma
Para receber a Copa do Mundo de 2014 o estádio precisou passar por uma reforma, seguindo as exigências colocadas pela FIFA.

Porém é um estádio tombado pelo IPHAN e suas modificações deveriam ser mínimas, mas inteligentes. 

O escritório responsável foi Fernandes Arquitetos Associados que tinham o seguinte objetivo: tornar o estádio público tombado em uma das Arenas mais modernas e eficientes do mundo mantendo suas principais características construídas durante 60 anos de história e simbolismo.

Estádio do Maracanã depois da reforma
Assim um novo Maracanã "nasceu". Algumas estruturas deixaram de existir para dar lugar a outras, novos elementos foram incorporados e os espaços remanescentes foram recuperados.
As arquibancadas ganharam um novo desenho de modo a atender aos ideais de visibilidade, segurança e conforto. A área dos bares e sanitários fora reconstruídas.

Arquibancadas
O grande destaque vai para a cobertura translúcida que quase não toca na estrutura existente. Este projeto é de autoria do escritório alemão  Schlaich Bergermann und Partner (SBP)  e vai viabilizar a implantação de um anel fotovoltaico sobre a estrutura metálica que sustentará a nova cobertura de lona tensionada, gerando energia limpa equivalente ao consumo de 240 residências e evitando a emissão de 2.560 toneladas de CO2 na atmosfera. 

Cobertura Translúcida
A Fachada foi totalmente preservada, mantendo sua identidade. A nova cobertura não traz impacto visual. Além disso, foram mantidas as circulações internas, pilares, pé-direito e aberturas. A área construída que anteriormente era de 86 mil metros quadrados passou para 160 mil metros quadrados.

Os expectadores poderão vivenciar de forma única a relação entre o novo e o antigo.

Maracanã e a Cidade
Por Carla Bernardes

quinta-feira, 3 de julho de 2014

O Muxarabi


Nesta postagem, serão apresentadas um pouco das características do elemento arquitetônico chamado Muxarabi. Trazido pelos portugueses, este fechamento em forma de treliças, normalmente em madeira, foi criado e bastante utilizado pelos árabes (com intuito inicial de evitar que os homens olhassem as mulheres em determinados locais). Suas funções principais são permitir ventilação e iluminação, bloquear calor e isolar ambientes internos da visão externa, mas promovendo contato visual contrário e criando sensação de intimidade.




A arquitetura colonial brasileira se utilizou amplamente deste elemento, sendo o muxarabi um das características mais marcantes desta época. É uma das mais persistentes influências da arquitetura árabe no nosso país, seja em guarda-corpos, janelas e divisórias, aproveitando a ideia de ver sem ser visto e aplicada em balcões fechados por treliças, chamadas também de urupemas.



Porém, não só a arquitetura colonial brasileira se utilizou desta técnica, mas o ocidente, nisto se inclui a arquitetura moderna, obviamente sofrendo releituras. No Brasil, Lina Bo Bardi aplicou o Muxarabi nas janelas de seu edifício do Sesc Pompéia, o que combinou muito bem com sua arquitetura diferenciada.



Na arquitetura, elementos ou idéias são adaptados ao clima, função, cultura ou são uma releitura, adequando-se às novas tecnologias. No caso do muxarabi, as novas utilizações são enfatizadas na filtragem da iluminação através de diafragmas de diversas formas e tamanhos, controlados por células fotossensíveis, apresentando a típica iluminação que se costuma ver na arquitetura islâmica. O cobogó é um elemento bastante conhecido na nossa cultura arquitetônica e que tem características e efeitos parecidos com o do muxarabi. Da treliça árabe, muitas idéias e releituras surgiram para a arquitetura ocidental, porém conservando o efeito e a essência primordial.

 


Por Carlos Eduardo Rocha


terça-feira, 1 de julho de 2014

Arquitetura da Cidade do Panamá


O Panamá, localizado na América Central, é um país que possui um crescimento econômico que chegou aos 11,5 %  em 2008 e uma economia fortemente baseada no turismo e na construção civil.

A Capital, Panamá, tem uma arquitetura exuberante e interessante e muitas vezes desconhecida pelos estudantes de Arquitetura e Urbanismo. A Capital concentra seus  maiores investimentos no ramo imobiliário e turísticos, além de ter os maiores arranha-céus da América Latina.

São edifícios de mais de 50 andares, alguns chegando até 100 pavimentos , a maioria construídos de frente para o Oceano Pacífico. Um dos mais intrigantes é a sede do Banco Nacional do Panamá, de autoria de Skidmore, Owings & Merril, avaliado em 250 milhões de dólares, com 69 andares e de forma elíptica, culminando com uma enorme rampa-mirante.

Banco Nacional do Panamá
Banco Nacional do Panamá

A arquitetura é comparada à de Dubai, Abu Dhabi e Doha. Segue abaixo alguns exemplos de edifícios:

Torre Arts - 80 pavimentos
Revollution Tower
Ice Tower - 104 andares
Top Towers
Por Carla Bernardes

domingo, 29 de junho de 2014

Parklets




As cidades modernas, cada vez mais adensadas, necessitam de soluções criativas para amenizar alguns defeitos da tipologia dominante de grandes edifícios, cidade feita para automóveis, ploriferação de espaços públicos de passagem e diminuição das área de estadia. Esta falta de praças, parques e etc., causa a diminuição da humanização das metrópoles, onde estas perdem sua vida nos grandes centros urbanos. Somado a isto, a intervenção em cidades adensadas se torna cada vez mais difícil com o passar dos anos, pois são mais necessárias ações mais drásticas para alcançar os objetivos.

Uma solução interessante pioneiramente aplicada na cidade de São Francisco nos Estados Unidos é a criação de parklets (zonas verdes no Brasil). Trata-se da conversão de espaços de estacionamento em mini parques recreativos, fixos ou temporários, com o objetivo de tornar ruas e bairros mais humanizados e amigáveis, gerando recreação, estimulando comércio local e diminuindo as áreas de automóveis nas cidades. Estes parques podem ser modulares ou construídos no local e são inseridos sobre plataformas encaixadas no piso que estendem a calçada e promovem novas utilidades para aquela área. Estas novas atividades podem ser ativas ou passivas, como estadia, recreação, alimentação, academia ao ar livre, jardim comunitário, estacionamento de bicicletas, mini eventos e etc. Após a experimentação inicial, esta ideia se disseminou, alcançando outras cidades dos EUA assim como do mundo.



Utilizar-se de parklets pode trazer muitas vantagens além das supracitadas, pois além de humanizar a área, aproximar as pessoas de determinadas áreas estimula o comércio local, ajuda a diminuir índices de violência, deixa a cidade mais agradável, ocupa espaços residuais, aumento da vegetação, possibilita a inserção de equipamentos, estimula o uso de bicicletas além de tornar mais atrativo as ruas para os pedestres. Esse tipo de questão permite que muitas vezes estes parklets sejam construídos por iniciativa privada, pois ter um modulo deste em sua área com certeza traz vantagens econômicas para aquele espaço.



Recentemente São Paulo aderiu a essa iniciativa e a prefeitura, sob assinatura do prefeito Fernando Haddad, oficializou a utilização dos parklets na cidade. A implementação pode ser feita por pessoa física ou jurídica e a implantação, manutenção e remoção fica por responsabilidade do solicitante.

Segundo Haddad “Qualquer calçada que respeite os termos do decreto pode ser estendida. A pessoa pode ser comerciante, um lojista, pode ter um restaurante e eventualmente a própria comunidade pode ter interesse em manter o Parklet. A manutenção é privada e a fruição é pública, ou seja, você não pode privatizar o espaço, você não pode reservar o espaço para o seu uso pessoal. Ele é um espaço público, é uma extensão do calçamento”.



Os parklets mostraram, em diversas cidades pelo mundo, que existem soluções simples que podem contribuir para a qualidade de vida urbana e auxiliar no desenvolvimento dos grandes centros, gerando espaços democráticos e com melhor convivência.

Por Carlos Eduardo Rocha



sexta-feira, 20 de junho de 2014

Alastair Parvin: Arquitetura para as pessoas


Seguindo a publicação de vídeos interessantes do site TED, apresentamos uma palestra realizada pelo arquiteto Alastair Parvin. Ele discute uma problemática na profissão do arquiteto e urbanista: a elitização da arquitetura. É do pensamento coletivo e da proliferação da profissão o caráter seletivo da arquitetura, geralmente se limitando a obras estatais ou para camada mais rica da população, ou seja, por pessoas ou entidades que podem pagar por ela. Mas se temos em mente que o verdadeiro crescimento urbano se dá pelas construções populares, o indivíduo comum que muitas vezes possuem habitações irregulares, percebemos que a parcela da atuação da arquitetura no meio urbano ainda é muito restrito. Devemos, como profissionais desta área tentar agir neste meio que é muito mais numerosos e necessitado, ajudar a trazer conforto e dignidade, pois é possível fazer arquitetura de alto nível e baixo custo.

Dentre diversas soluções que podem ser pensadas, Alastair Parvin propõe a ploriferação do design popular, divulgação gratuitas de modelos pré moldados, para que o indivíduo comum tenha a possibilidade de agir diretamente na qualidade do seu entorno e mudar o local onde vive. O vídeo traz maiores detalhes, basta clicar na imagem.


Por Carlos Eduardo Rocha


Documentário sobre o Arquiteto Sérgio Bernardes


Documentário sobre o Arquiteto Sérgio Bernardes estreou ontem (dia 19/06) nos cinemas de seis capitais.  






Por  Carla Bernardes

terça-feira, 17 de junho de 2014

Conceito de Restauração - por Cesare Brandi


Cesare Brandi

Cesare Brandi (1906 - 1988) é um dos principais nomes do restauro moderno. Em 1966 escreveu a "Teoria da Restauração", obra baseada nas diretrizes da Carta de Atenas. Esta foi resultado do IV Congresso Internacional de Arquitetura Moderna (CIAM) realizado em Atenas de 1933.

Segundo Brandi "...entende-se por restauração qualquer intervenção voltada a dar novamente eficiência a um produto da atividade humana."Uma restauração voltada aos manufatos industriais e às obras de arte. Sendo que o primeiro é considerado sinônimo de reparação ou de restituição de um estado anterior e o segundo se diferenciará pela diversidade de operações a serem executadas.

Portanto a restauração terá o objetivo de restabelecer a funcionalidade do produto, em que a natureza da intervenção de restauro deverá estar ligada de forma exclusiva à realização desse fim.

Brandi afirma que, o reconhecimento de obra de arte se dá de forma singular por cada indivíduo. Porém a mesma obra de arte pode ser classificada de modo genérico entre os produtos da atividade humana, até que sua importância se acentue quando reconhecida como obra de arte na sua essência.

"Essa é,  sem dúvida alguma, a característica peculiar da obra de arte, quando não questionada na sua essência e no processo criativo que a produziu, mas quando começa a fazer parte do mundo, do particular ser no mundo de cada indivíduo." Cesare Brandi.

A partir disso pode-se concluir a ligação existente entre restauração e obra de arte, sendo que a obra de arte é que condiciona a restauração e não o contrário.

" A restauração constitui o momento metodológico do reconhecimento da obra de arte, na sua consistência física e na sua dúplice polaridade estética e histórica, com vistas à sua transmissão para o futuro." Definição de Restauro por Cesare Brandi.

Segundo o pensador, a restauração tende a restabelecer a unidade potencial da obra de arte, sem cometer falso artístico ou falso histórico e sem retirar nenhum traço da passagem do tempo.



Por Carla Bernardes
Referência Bibliográfica: BRANDI, Cesare. Teoria da Restauração. Cotia. São Paulo. 2004. p.25-33.

domingo, 15 de junho de 2014

Exposição "cidades invisíveis" no MASP


O MASP, Museu de Arte de São Paulo, colocou em cartaz no dia 13 de junho a exposição "cidades invisíveis". A mostra apresenta imagens que ilustram a evolução urbana de 20 cidades desde a década de 1930 até a atualidade. Para isso, mais de 70 fotografias de 50 fotógrafos brasileiros diferentes, escolhidas dentro da coleção Pirelli MASP, fazem o papel de trazer aos observadores o desenvolvimento urbano e cultural das grandes metrópoles. As fotografias tem o poder de passar uma percepção espacial localizada em um espaço e tempo passado e, quando são contrastadas com a nova visão de mundo, somos capazes de determinar o peso que a passagem do tempo tem sobre o espaço físico urbano.

Com curadoria de José Roberto Teixeira Coelho a exposição trás os trabalhos de fotógrafos como Cláudia Andujar, Geraldo de Barros, Gautherot, José Medeiros, Miguel Rio Branco, Thomas Farkas, Pierre Verger e German Lorca e outros.

De acordo com o próprio curador “A dignidade das fotos aqui mostradas contesta com frequência a dignidade das fotos jornalísticas. Há, naquelas aqui expostas, um algo a mais que, ao revelar seu objeto (torná-lo visível), oculta-o novamente (vela-o, tornando-o de novo ainda mais invisível)” (Arcoweb)






Local: MASP
Data: a partir de 13 de junho
Endereço: Av. Paulista, 1578 – Bela Vista – São Paulo
Horário: terça a domingo, 10h às 18h; quinta, das 10h às 20h
Entrada gratuita às terças-feiras; R$ 15 nos demais dias

Por Carlos Eduardo Rocha

segunda-feira, 9 de junho de 2014

3º Colóquio Ibero - Americano


Até o dia 25 de Junho de 2014 o Comitê Científico do 3º Colóquio Ibero-Americano fará uma seleção de trabalhos a partir de propostas de comunicações. Eles terão que ter a seguinte organização e conteúdo:

-Nome completo do(s) autor(es) e endereço, incluindo número de telefone, fax e e-mail;
-Currículo resumido, incluindo qualificação profissional e afiliação institucional;
-Título do trabalho;
-Tema em que se inscreve (conforme temário);
-Resumo da comunicação (máximo de 500 palavras);


As propostas deverão ser encaminhadas até dia 25 de junho na página do evento: http://www.forumpatrimonio.com.br/paisagem2014/






Por Carla Bernardes

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Sistema de linhas férreas arrelvadas


Uma grande dificuldade de cidades que possuem linhas férreas passando pelo seu interior é o problema dos ruídos causados pelas composições. As regiões próximas tendem a sofrer com este incomodo de forma constante, além de invariavelmente se tornarem áreas degradadas e perigosas.

Drensen, cidade alemã, anos atrás começou a implantar o sistema de linhas férreas arrelvadas. Até março de 2007 já haviam coberto 22,1 Km de linha que equivale a 8,3% da rede. O sistema é diferenciado pois favorece a redução de ruídos causados por trens urbanos além de melhorar a paisagem da cidade, tornando-se uma opção bastante interessante para minimizar o impacto sobre o conforto acústico nas áreas que margeiam as vias.


A base da via férrea arrelvada é o trilho convencional. Inserem-se elementos de preenchimento nas cavidades do carril e entre a base e a cobertura verde é colocado um geotextil e posteriormente solo. No topo destes fica a camada de relva em placas.




Foram realizados testes antes e depois da aplicação da grama nos mesmos locais e com os mesmos trens. Foi possível constatar um redução de em média 5 db independente da velocidade do veículo. Desde então esta solução se tornou padrão nesta cidade para a redução de ruídos, além de contribuir para absorção de água da chuva e estética urbana.

Esta redução de ruídos deve vir em conjunto com outras medidas para se obter um impacto bastante significativo, mas torna-se uma excelente opção ao se considerar que é uma medida barata, bonita e que contribui para o bem estar da população.

Por Carlos Eduardo Rocha

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Construção Sustentável


Nos dias de hoje o tema Sustentabilidade está cada vez mais em voga, principalmente na construção civil. Ser sustentável está sendo praticamente um dever, uma "regra" a ser seguida para que o projeto tenha qualidade, funcionalidade e seja "inteligente".

A melhor definição para sustentabilidade é a de que o crescimento tem que ser capaz de atender às necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem as suas necessidades, ou seja, é preciso conciliar às questões sociais, ecológicas e econômicas no sentido do comercio justo e do trabalho digno.

Para que um empreendimento humano esteja enquadrado nos padrões sustentáveis, deve de forma equilibrada estar adequado ao ambiente, ter viabilidade econômica, ser socialmente justo e aceito pela comunidade. As características e prioridades de cada lugar devem ser consideradas na elaboração de qualquer projeto.

A importância da questão sustentável, além do que já foi abordado, é a de incorporar conceitos de redução de consumo de itens geralmente utilizados ao longo da vida de um edifício, significando menos custo. Itens que vão desde a concepção da obra, aprovação de projeto, habite-se, até gastos com manutenção, consumo de água, energia elétrica, telefone e a compra de bens duráveis.

Plano Global de Eficiência

Segundo estudos na Universidade de Oxford - Inglaterra, os edifícios são responsáveis pela emissão (quase 40%)  da grande parte de dióxido de carbono (CO2) lançado hoje na natureza. A Universidade responde pelo conceito de construção sustentável chamado de Green Job.

Green Job propõe aos países que adotem um programa para reformar seus prédios antigos, como forma de contribuir, para o combate às causas do efeito estufa. Além disso, o programa seria também um fator de grande incentivo à geração de emprego e renda.

Abaixo os cinco edifícios sustentáveis no Brasil:

Complexo Comercial Rochaverá - São Paulo
Eldorado Business Tower - São Paulo 
Torre Vargas 914 - Rio de Janeiro
Ventura Corporate Towers - Rio de Janeiro
Edifício Cidade Nova - Rio de Janeiro
Para lerem a matéria sobre os cinco edifícios sustentáveis no Brasil acesse o link:http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2012/outubro/conheca-cinco-edificios-sustentaveis-no-brasil



Por Carla Bernardes

Referência: Artigo "Construção Sustentável" de Paulo Safady Simão

Busca

    Visualizações da página

    Translate